...
Acho que sem perceber, sempre evitei pensar no que faria de minha vida, por ter percebido que os que cujas vidas mais me impressionavam, nunca haviam pensado que seria aquilo de suas vidas, rs.
Talvez quando não se pense em ir para uma direção a qualquer custo, se fique mais vulnerável ao caminho que o fluxo de sua e outras energias proporcionou. Sem barreiras de metas, direção pré-estabelecida. Se pode ir longe impressionantemente. E pode ser quase como tentar sorte também, rs.
...
Quando nada me encanta, tirando toda minha atenção, que é muito vulnerável a encantos, posso percerber as pessoas que mais me impressionam. Não que só encantam ...
Mas é que impressionar talvez tenha mais a ver com feitos, do que com encantos.
,,,
Escrito em sabe se lá quando de muuito tempo atrás, rs:
"Infelizmente não posso abraçar tudo que eu quero e ir para onde desjo. As coisas escapariam dos meus braços, minhas pernas não aguentariam, e o meu fôlego logo se esgotaria. Fazendo com que eu perdesse tudo, até eu mesma. Por isso na vida temos que escolher apenas o que podemos carregar com nossos braços, por mais que isso não seja nem metade do que caiba no nosso coração. Esse vazio ninguém pode evitar, de uma forma ou de outra ele vem tornar nossas vidas incomplestas!"
Acho que eu era mais esperta do que sou hoje realmente, rsrs. Ou era mais facil enxergar o que me parece fazer muito sentido, sem tantas coisas fúteis da vida adulta para se ter que pensar, rs. Eu até afirmava bem, haha!
25 de agosto de 2009
14 de agosto de 2009
Válvula de Escape
Pois é... hoje me sinto meio vazia. Deve ser pelo tal desgaste de minha relação comigo mesma. Parece que estou com necessidade de me apaixonar porque não aguento mais olhar pra minha cara.
Agora imaginando um olhar de fora para minha relação comigo mesma, isso pareceria covardia dessa minha parte que quer viver outras coisas. Porque isso pode ser só fulga, já que o outro lado está passando por dificuldades. Está tendo que enfrentar o seu maior pudor: o fracasso. Como hora ou outra esse lado acaba por sentir, já que gostaria muito de ter o mundo e as vezes pensa que não tem, rs. Mas quando as pessoas se sentem fracassadas, elas não se sentem atraentes mesmo. E se não se sentem atraentes, não transpassam beleza, nem mesmo desejo. Daí o meu outro lado quer buscar essa necessidade essencial da troca, de sentir desejo e se sentir desejado.
Por isso hoje eu gostaria muito de sentir um algo que não estou podendo me dar. É um motivo de DR mesmo, rs. Conflito proveniente de relacionamento.
Porém, se eu pensar que não tenho um compromisso comigo mesma, isso não será questão discutível. Porque o ideal seria buscar o que gostaria, sentir paixão. E se tem um lado meu que não está se sentindo bem, que está se sentindo fracassado, e assim acabando por deixar o outro lado se sentindo vazio e carente. Então eu deveria esquecer dessa relação e me permitir sair por aí e me apaixonar pelo primeiro ser encantador que me der um olhar promissor e me deixar perceber como pode ser bom sentí-lo. Isto é parâmetro de uma relação comigo mesma onde não existe compromisso.
Agora se eu pensasse numa relação comigo mesma onde existe compromisso. Por hoje eu deveria me deixar sentir assim meio vazia mesmo. Mas estando ao meu lado até que esse meu lado que se sente fracassado se sinta potente e atraente novamente. Assim o outro lado se sente apaixonado novamente e minha relação comigo mesma estará bem. Não sentirei mais esse vazio e necessidade de sentir paixão, porque já estarei sentindo, e não ligarei de ficar sozinha.
Mas e daí? Depois de pensar nas duas premissas, o que eu devo escolher?? Um compromisso comigo mesma, de sempre estar ao meu lado para cuidar de meu bem estar sem me distrair com paixões que vão para outras direções. Ou uma relação comigo mesma sem compromisso, onde só me preocupo com o meu sentir, como sempre digo e busco. Veja como ter um compromisso consigo mesmo e um compromisso com se sentir são coisas diferentes, rs.
Mas enfim ... me coloquei em todo este questionamento apenas para exprimir a vontade que sinto hoje de sentir paixão.
Mas é também nessas horas que me admiro e me encanto sempre mais com a arte. Que te faz sentir sem precisar de nada mais que sentido e certa imaginação.
Como uma música, uma imagem, uma história ou o que quer que seja, pode suprir um sentimento seu só por ouví-la, vê-la, lê-la ou tocá-la. Como mexe como quer com seus sentidos e te faz se apaixonar, viver um romance e o fim numa mesma noite, num mesmo dia, por um segundo, dez minutos, duas horas, no infinito se assim quiser .... Como flui harmonicamente ou só de uma maneira que agrade ... seja como for ...
Agora imaginando um olhar de fora para minha relação comigo mesma, isso pareceria covardia dessa minha parte que quer viver outras coisas. Porque isso pode ser só fulga, já que o outro lado está passando por dificuldades. Está tendo que enfrentar o seu maior pudor: o fracasso. Como hora ou outra esse lado acaba por sentir, já que gostaria muito de ter o mundo e as vezes pensa que não tem, rs. Mas quando as pessoas se sentem fracassadas, elas não se sentem atraentes mesmo. E se não se sentem atraentes, não transpassam beleza, nem mesmo desejo. Daí o meu outro lado quer buscar essa necessidade essencial da troca, de sentir desejo e se sentir desejado.
Por isso hoje eu gostaria muito de sentir um algo que não estou podendo me dar. É um motivo de DR mesmo, rs. Conflito proveniente de relacionamento.
Porém, se eu pensar que não tenho um compromisso comigo mesma, isso não será questão discutível. Porque o ideal seria buscar o que gostaria, sentir paixão. E se tem um lado meu que não está se sentindo bem, que está se sentindo fracassado, e assim acabando por deixar o outro lado se sentindo vazio e carente. Então eu deveria esquecer dessa relação e me permitir sair por aí e me apaixonar pelo primeiro ser encantador que me der um olhar promissor e me deixar perceber como pode ser bom sentí-lo. Isto é parâmetro de uma relação comigo mesma onde não existe compromisso.
Agora se eu pensasse numa relação comigo mesma onde existe compromisso. Por hoje eu deveria me deixar sentir assim meio vazia mesmo. Mas estando ao meu lado até que esse meu lado que se sente fracassado se sinta potente e atraente novamente. Assim o outro lado se sente apaixonado novamente e minha relação comigo mesma estará bem. Não sentirei mais esse vazio e necessidade de sentir paixão, porque já estarei sentindo, e não ligarei de ficar sozinha.
Mas e daí? Depois de pensar nas duas premissas, o que eu devo escolher?? Um compromisso comigo mesma, de sempre estar ao meu lado para cuidar de meu bem estar sem me distrair com paixões que vão para outras direções. Ou uma relação comigo mesma sem compromisso, onde só me preocupo com o meu sentir, como sempre digo e busco. Veja como ter um compromisso consigo mesmo e um compromisso com se sentir são coisas diferentes, rs.
Mas enfim ... me coloquei em todo este questionamento apenas para exprimir a vontade que sinto hoje de sentir paixão.
Mas é também nessas horas que me admiro e me encanto sempre mais com a arte. Que te faz sentir sem precisar de nada mais que sentido e certa imaginação.
Como uma música, uma imagem, uma história ou o que quer que seja, pode suprir um sentimento seu só por ouví-la, vê-la, lê-la ou tocá-la. Como mexe como quer com seus sentidos e te faz se apaixonar, viver um romance e o fim numa mesma noite, num mesmo dia, por um segundo, dez minutos, duas horas, no infinito se assim quiser .... Como flui harmonicamente ou só de uma maneira que agrade ... seja como for ...
12 de agosto de 2009
Ahh, hoje ...
Novamente me remeto a pensar sobre destruição exterior, para libertação do pensamento e iluminação, ha, rs.
Quando alguém chega a mim e diz que estou me matando fazendo isso, eu gostaria de dizer que eu sei, e que isso é parte de uma idéia, onde alcançar a paz interior plenamente, é morrer. Então que de certa forma eu estava tranquila com aquilo. Eu gostaria de dizer. Mas não digo porque depois eu ainda teria que explicar mais um pouco, porque ficaria desconfortável que a pessoa estivesse me achando uma suicida paciente com idéias malucas. Mas não! É parte de um equilíbrio. Não posso só buscar a paz exterior, nem só a paz interior. Tá tudo no meio dos extremos, rs. Eu quero os dois lados, eu quero todos os lados. Quero tudo comigo. Fazer com isso, fazer disso, criar com isso, novas perspectivas, novas idéias. É minha espiritualidade. É o que busco. Pra equilibrar a minha energia, agregar muito a ela, e direcionar, sem direção, a energia que emano. Meu tipo de fé, onde acredito que como dizem, deus é tudo, mas é tudo mesmo, tudo, de lado a outro. O bem, o mal, a vida,a morte, é tudo ponto de vista.
Mas eu não gosto de me sentir incompreendida, então eu digo quase nada. Pra não deixar ainda pior a idéia abstrata que já vou deixar quando disser pela metade.
...
E eu acho que sou uma louca mesmo ...
Mas não poderia abrir mão de ver e pensar e expressar como eu quiser ...
...
...
Me remeto a pensar nisso quando sinto forte meu lado egoísta ao deixar destruir meu exterior, e para isso ter que me sentir sozinha, é quando se está sozinha, despresa de tudo, inclusive do sentimento amor, que como digo é o sentimento mais gratificante de se sentir, o caminho mais prazeroso pra paz exterior, aceitando sentir o conflito da paz interior, por tornar difícil se desprender, além do sentimento de culpa e tudo mais.
Mas daí me sinto bem pra buscar a paz exterior, com sentido. O sentir que mais faz sentido, rs.
Que mais dá prazer. Que cria o melhor.
...
Equilíbrio em doses exageradas... rs
...
Quando alguém chega a mim e diz que estou me matando fazendo isso, eu gostaria de dizer que eu sei, e que isso é parte de uma idéia, onde alcançar a paz interior plenamente, é morrer. Então que de certa forma eu estava tranquila com aquilo. Eu gostaria de dizer. Mas não digo porque depois eu ainda teria que explicar mais um pouco, porque ficaria desconfortável que a pessoa estivesse me achando uma suicida paciente com idéias malucas. Mas não! É parte de um equilíbrio. Não posso só buscar a paz exterior, nem só a paz interior. Tá tudo no meio dos extremos, rs. Eu quero os dois lados, eu quero todos os lados. Quero tudo comigo. Fazer com isso, fazer disso, criar com isso, novas perspectivas, novas idéias. É minha espiritualidade. É o que busco. Pra equilibrar a minha energia, agregar muito a ela, e direcionar, sem direção, a energia que emano. Meu tipo de fé, onde acredito que como dizem, deus é tudo, mas é tudo mesmo, tudo, de lado a outro. O bem, o mal, a vida,a morte, é tudo ponto de vista.
Mas eu não gosto de me sentir incompreendida, então eu digo quase nada. Pra não deixar ainda pior a idéia abstrata que já vou deixar quando disser pela metade.
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E eu acho que sou uma louca mesmo ...
Mas não poderia abrir mão de ver e pensar e expressar como eu quiser ...
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Me remeto a pensar nisso quando sinto forte meu lado egoísta ao deixar destruir meu exterior, e para isso ter que me sentir sozinha, é quando se está sozinha, despresa de tudo, inclusive do sentimento amor, que como digo é o sentimento mais gratificante de se sentir, o caminho mais prazeroso pra paz exterior, aceitando sentir o conflito da paz interior, por tornar difícil se desprender, além do sentimento de culpa e tudo mais.
Mas daí me sinto bem pra buscar a paz exterior, com sentido. O sentir que mais faz sentido, rs.
Que mais dá prazer. Que cria o melhor.
...
Equilíbrio em doses exageradas... rs
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10 de agosto de 2009
Escrito em 15/05/2006
"Tudo começa a partir de uma frase, que você cria do nada e que parece apontar uma perspectiva da qual muita coisa faz sentido. E então, se você não a escreve, é como se tivesse prendido uma avalanche dentro de vc, avalanche essa que amanhã seria esquecida, ou que, se vagamente lemnrada, talvez não fizesse o menor sentido. E então você vai e a escreve, e começa a brincar com as palavras, que aos poucos vão se encaixando perfeitamente com a idéia, ou então mudam completamente a idéia, mesmo que tudo ainda faça sentido, como do começo. E daí vc olha tudo que escreveu e se surpreende de como tudo isso está tão convinvente e de como tudo isso realmente começou a partir de apenas uma frase."
Talita Cosme
1 de agosto de 2009
Equilíbrio
"Paz e liberdade interior, caos exterior, dói mas é sincero, pode ser divertido, pode ser gostoso e .... aproveite o que puder ... pois nunca vai ter nada ... nada além do que sente agora, só agora !"
Depois de tanto ter me mencionado a busca da paz interior, que se resumiria ao caos exterior, e sobre como passar por esta passagem apenas curtindo, pude perceber muito sobre isso ...
Acontece que é exatamente isto ... tem a ver com não ligar com a sua destruição exterior, o seu corpo, a sua imagem ... e desta maneira caminhando, desta maneira se incentivando, tendo como busca apenas a paz interior, você acabará alcançando-a inteiramente em algum momento, e se pensar em como estará seu exterior, corpo, imagem e pensamento neste momento, estará destruído, você estará morto ... será só energia e o que fluiu dela, o que pode fazer de energia em sua existência.
Porque isto é a paz interior ... morte ... o que tem a ver com os conflitos deste mundo material é o que nos atormenta ... nos confunde e nos deixa em dúvida, incertos ...
E sabe!? Me considero muito capaz, como considero a maioria das pessoas ... eu alcançaria a paz interior!!! rs Curtindo muito o caminho pelo qual cheguei até ela ... e enfim ficaria em paz inteiramente ...
A maioria das pessoas também não compreenderiam uma idéia assim, e como alguém pode pensar nela com tanta naturalidade, representando até uma certa indiferença com a vida ...
Indiferença que pode ter sido causada como uma certa defesa para o desapontamento de ter percebido que neste mundo nunca saberemos a verdade mesmo, então que não faz sentido ligar para nenhum sentido ou verdade, só o sentido de sentir ... que é o que se tem ...
Mas confesso que mesmo tendo mencionado muito essa busca, e a buscado de uma maneira quase concentrada ... resolvi deixar esta idéia um pouco na gaveta. E buscar um pouco de paz exterior ...
É nesse momento que deixo de ser egoísta de buscar apenas minha paz incompreendida - talvez até mesmo com essa incompreensão como justificativa - e passo a ser a egoísta que pensa no bem estar de minha imagem, do meu corpo e do meu pensamento ... que é do que precisamos para fazer nosso exterior sobreviver...
O motivo pelo qual deixo uma idéia que tanto me encantou na gaveta, e começo a colocar quase o contrário da mesma como foco, pode ser pelo fato de ter percebido outras maneiras de pensar, que é algo que tanto venero... outros de tantos possíveis pontos de vista que este pensamento estranho cheio de dúvidas que nos deram pode me oferecer.
Assim como, já entendi o que significa paz pra mim, e que com a capacidade de percepção e realização que temos, podemos encontrar facilmente. Agora vou aproveitar do que me foi dado, além disto ...
que é a vida, o sentir ...
o sentir prazer ...
o sentir realização dos produtos que pode com sua capacidade de raciocinar.
Isso que faço, posso considerar uma maneira de manter o equilíbrio com doses exageradas, rs.
E agora eu vou buscar paz exterior aceitando que meu interior estará sempre um tanto confuso, incerto, fora de seu rumo à paz completa. E sentindo prazer ao fazer isto também, porque sei que só faço pelo sentimento mais especial que pude ter em toda minha existência... que é o amor...
É o que faz as pessoas lutarem contra qualquer tipo de destruição exterior para não comprometer o que sentem de bom quando podem se sentir.
É muito encantador e emocionante ver isto acontecendo entre elas ... as deixando confusas e incertas a vida toda, mas sempre lutando sem se deixar perder as forças, apenas para sentir o que umas fazem as outras sentir, aceitando toda confusão e mudança de "direção".
Amor é o que dá força sem sentido as pessoas ...
Que as faz continuar sempre mesmo sem saber onde vão ... e sentindo de prazer de ir ... mesmo que não percebam e façam isto reclamando o tempo todo da dúvida e incompreensão das aparentes injustiças desta vida ...
E pois é ... equilíbrio pode-se dizer que é o que busco agora, nem paz nem tormenta, equilíbrio. Enquanto aproveito as viagens de lado a outro do meu sentir e pensar por esta vida e existência humana cheia de mistérios.
Talita Cosme
Depois de tanto ter me mencionado a busca da paz interior, que se resumiria ao caos exterior, e sobre como passar por esta passagem apenas curtindo, pude perceber muito sobre isso ...
Acontece que é exatamente isto ... tem a ver com não ligar com a sua destruição exterior, o seu corpo, a sua imagem ... e desta maneira caminhando, desta maneira se incentivando, tendo como busca apenas a paz interior, você acabará alcançando-a inteiramente em algum momento, e se pensar em como estará seu exterior, corpo, imagem e pensamento neste momento, estará destruído, você estará morto ... será só energia e o que fluiu dela, o que pode fazer de energia em sua existência.
Porque isto é a paz interior ... morte ... o que tem a ver com os conflitos deste mundo material é o que nos atormenta ... nos confunde e nos deixa em dúvida, incertos ...
E sabe!? Me considero muito capaz, como considero a maioria das pessoas ... eu alcançaria a paz interior!!! rs Curtindo muito o caminho pelo qual cheguei até ela ... e enfim ficaria em paz inteiramente ...
A maioria das pessoas também não compreenderiam uma idéia assim, e como alguém pode pensar nela com tanta naturalidade, representando até uma certa indiferença com a vida ...
Indiferença que pode ter sido causada como uma certa defesa para o desapontamento de ter percebido que neste mundo nunca saberemos a verdade mesmo, então que não faz sentido ligar para nenhum sentido ou verdade, só o sentido de sentir ... que é o que se tem ...
Mas confesso que mesmo tendo mencionado muito essa busca, e a buscado de uma maneira quase concentrada ... resolvi deixar esta idéia um pouco na gaveta. E buscar um pouco de paz exterior ...
É nesse momento que deixo de ser egoísta de buscar apenas minha paz incompreendida - talvez até mesmo com essa incompreensão como justificativa - e passo a ser a egoísta que pensa no bem estar de minha imagem, do meu corpo e do meu pensamento ... que é do que precisamos para fazer nosso exterior sobreviver...
O motivo pelo qual deixo uma idéia que tanto me encantou na gaveta, e começo a colocar quase o contrário da mesma como foco, pode ser pelo fato de ter percebido outras maneiras de pensar, que é algo que tanto venero... outros de tantos possíveis pontos de vista que este pensamento estranho cheio de dúvidas que nos deram pode me oferecer.
Assim como, já entendi o que significa paz pra mim, e que com a capacidade de percepção e realização que temos, podemos encontrar facilmente. Agora vou aproveitar do que me foi dado, além disto ...
que é a vida, o sentir ...
o sentir prazer ...
o sentir realização dos produtos que pode com sua capacidade de raciocinar.
Isso que faço, posso considerar uma maneira de manter o equilíbrio com doses exageradas, rs.
E agora eu vou buscar paz exterior aceitando que meu interior estará sempre um tanto confuso, incerto, fora de seu rumo à paz completa. E sentindo prazer ao fazer isto também, porque sei que só faço pelo sentimento mais especial que pude ter em toda minha existência... que é o amor...
É o que faz as pessoas lutarem contra qualquer tipo de destruição exterior para não comprometer o que sentem de bom quando podem se sentir.
É muito encantador e emocionante ver isto acontecendo entre elas ... as deixando confusas e incertas a vida toda, mas sempre lutando sem se deixar perder as forças, apenas para sentir o que umas fazem as outras sentir, aceitando toda confusão e mudança de "direção".
Amor é o que dá força sem sentido as pessoas ...
Que as faz continuar sempre mesmo sem saber onde vão ... e sentindo de prazer de ir ... mesmo que não percebam e façam isto reclamando o tempo todo da dúvida e incompreensão das aparentes injustiças desta vida ...
E pois é ... equilíbrio pode-se dizer que é o que busco agora, nem paz nem tormenta, equilíbrio. Enquanto aproveito as viagens de lado a outro do meu sentir e pensar por esta vida e existência humana cheia de mistérios.
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