Agora eu estou mais tranqüila. Estou mais calma.
Acho que me sinto assim quando me sinto sem nada.
Quando sinto como se estivesse tudo de certa forma perdido.
Daí sou obrigada a me tranqüilizar, porque não tenho mais nada a perder, então não há porque desespero.
Até porque o “ter” é mera ilusão não é mesmo?
E talvez essa sensação de “não ter” seja eu fingindo que compreendo isso realmente.
rs
_________________________________
26 de dezembro de 2010
25 de dezembro de 2010
Será isso?
Realmente, agora parece que nada me leva para muito longe da minha consciência.
E eu sempre tenho que voltar, mesmo que tente evitar ou prorrogar.
Mas já ficou muito cara essa minha pesquisa. Essa minha fuga. Esse meu disfarce.
E me sinto devendo ao mundo. Devendo-me. Devendo-me ao mundo.
E quando penso, me desespero. Parece tarde.
__________________________________
Mas há pouco me vi andando como quem não queria chegar.
Porque eu estava voltando. E me flagrei fugindo.
Eu me vi sem vontade de mim. Tive vergonha, tive tristeza.
E como é que vou olhar para minha cara?
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E eu sempre tenho que voltar, mesmo que tente evitar ou prorrogar.
Mas já ficou muito cara essa minha pesquisa. Essa minha fuga. Esse meu disfarce.
E me sinto devendo ao mundo. Devendo-me. Devendo-me ao mundo.
E quando penso, me desespero. Parece tarde.
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Mas há pouco me vi andando como quem não queria chegar.
Porque eu estava voltando. E me flagrei fugindo.
Eu me vi sem vontade de mim. Tive vergonha, tive tristeza.
E como é que vou olhar para minha cara?
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23 de dezembro de 2010
Raiva
Eu estive querendo exteriorizar algo que não consegui. Digo nas últimas horas, últimos momentos talvez. E já se trata de outra coisa.
Existe um tipo de raiva contido em mim recentemente. E não sei canalizar. Isso me consome.
______________________________________________
Por que é que quando nos sentimos extremamente feridos por alguém nós não pensamos em quando ferimos alguém seriamente?
Hoje eu experimentei fazer isso. E dói.
Porque é você pensar na situação de agressão enquanto sente uma dor por ter sido agredido. Fácil condenar o agressor. Mas se você, neste momento, coloca o seu rosto na figura de quem agride, você conseguirá facilmente se condenar, porque sente a dor que aquilo causa.
E ninguém quer se condenar, não é mesmo? É mais fácil só querer e se dizer enxergar as nossas razões.
Eu nem sei se esta situação que coloquei pode fazer realmente bem, por acarretar certa culpa a si mesmo a quem faz. Mas parece nobre agir desta maneira. Porque acaba não dando vontade de agredir mais ninguém. Sei que já é de minha essência, mas isso me faz ver muito mais sentido em o fazer.
______________________________________________
Eu perco o sono. É essa raiva contida em mim. Essa sensação de impotência. Porque eu não posso fazer nada com uma raiva deste nível assim. Eu só posso tentar convertê-la. Mas convertê-la em quê? Convertê-la como? Quando esse nosso extinto animal quer mesmo é destruir... quer se vingar.
Como construir? O quê construir?
Penso que já que tendo a levar comigo o “me sentir culpada” quando lembro do que a minha raiva quer fazer com as pessoas, e que faço isso sem querer me preocupar com a culpa dos outros, então em contrapartida desta raiva eu posso é construir em mim. Como um tipo de merecimento. Mesmo que seja tão perigoso e delicado julgar sobre merecimento.
Essa raiva talvez possa ser uma revolta, se ela mudar alguma coisa. Ela pode ser uma revolução, se ela mudar tudo. Ela pode ser chamada de tristeza, se eu não me sentir forte pra fazer algo por ela. Pode ser chamada de devaneios de alguém “doente” se eu sair por aí a exteriorizando sem foco. Pode ser chamada de força se eu conseguir convertê-la em coisas boas. Ela pode ser chamada muitas coisas...
Essa raiva reflete minha inconformidade com a dor que nos causamos.
E eu sei do que eu queria que ela fosse. Eu queria ser nobre. Eu queria ser grande. Eu queria ser boa. E queria aproveitar esta energia.
E eu preciso saber ...
E eu preciso olhar mais seriamente pra mim, já que penso em me ajudar...
As vezes eu não consigo, aliás na minha vida eu consegui muito pouco fazer isso.
Mas hei.
Existe um tipo de raiva contido em mim recentemente. E não sei canalizar. Isso me consome.
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Por que é que quando nos sentimos extremamente feridos por alguém nós não pensamos em quando ferimos alguém seriamente?
Hoje eu experimentei fazer isso. E dói.
Porque é você pensar na situação de agressão enquanto sente uma dor por ter sido agredido. Fácil condenar o agressor. Mas se você, neste momento, coloca o seu rosto na figura de quem agride, você conseguirá facilmente se condenar, porque sente a dor que aquilo causa.
E ninguém quer se condenar, não é mesmo? É mais fácil só querer e se dizer enxergar as nossas razões.
Eu nem sei se esta situação que coloquei pode fazer realmente bem, por acarretar certa culpa a si mesmo a quem faz. Mas parece nobre agir desta maneira. Porque acaba não dando vontade de agredir mais ninguém. Sei que já é de minha essência, mas isso me faz ver muito mais sentido em o fazer.
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Eu perco o sono. É essa raiva contida em mim. Essa sensação de impotência. Porque eu não posso fazer nada com uma raiva deste nível assim. Eu só posso tentar convertê-la. Mas convertê-la em quê? Convertê-la como? Quando esse nosso extinto animal quer mesmo é destruir... quer se vingar.
Como construir? O quê construir?
Penso que já que tendo a levar comigo o “me sentir culpada” quando lembro do que a minha raiva quer fazer com as pessoas, e que faço isso sem querer me preocupar com a culpa dos outros, então em contrapartida desta raiva eu posso é construir em mim. Como um tipo de merecimento. Mesmo que seja tão perigoso e delicado julgar sobre merecimento.
Essa raiva talvez possa ser uma revolta, se ela mudar alguma coisa. Ela pode ser uma revolução, se ela mudar tudo. Ela pode ser chamada de tristeza, se eu não me sentir forte pra fazer algo por ela. Pode ser chamada de devaneios de alguém “doente” se eu sair por aí a exteriorizando sem foco. Pode ser chamada de força se eu conseguir convertê-la em coisas boas. Ela pode ser chamada muitas coisas...
Essa raiva reflete minha inconformidade com a dor que nos causamos.
E eu sei do que eu queria que ela fosse. Eu queria ser nobre. Eu queria ser grande. Eu queria ser boa. E queria aproveitar esta energia.
E eu preciso saber ...
E eu preciso olhar mais seriamente pra mim, já que penso em me ajudar...
As vezes eu não consigo, aliás na minha vida eu consegui muito pouco fazer isso.
Mas hei.
Só de agora!
Hoje, agora, escrevo para ver se me vejo. O problema na maioria das vezes é não olhar para si mesmo, não se perceber. E penso que enquanto eu não couber bem dentro de mim, o mundo nunca me parecerá confortável.
No momento não tenho nada que me tire sensações, e nada que me impeça de sentir o que vivo. Também nada que me dê sensações, e nada que me faça sentir o que eu não vivo.
Mas ainda há minha ilusão ... ainda há minha esperança desesperada atrás de boas paisagens.
Sabe?! É difícil colocar tudo dentro da mesma vida. E quantas vidas seriam necessárias para tudo que se precisa, para tudo que se quer e para tudo que sonha?
Eu tento me resumir pra ver se entendo. Tento ser uma só. Eu tento a constância, e tento o estável. Mas cada vez que tento, cada vez que penso, cada vez que aprendo, e cada vez que faço, o que acontece é que surgem mais algumas de mim, e morrem algumas. Daí as estradas começa a se mexer, vejo curvas virando retas e retas virando curvas, mudam os destinos, mudam os sentidos, mudam as placas, e surgem novos caminhos.
E daí por onde vou? Por onde vamos? E aonde estamos afinal?
Eu vou por vários caminhos. Assim só pra conhecer mesmo. Assim só por não saber por onde ir. “Ou por ter medo de ir por onde eu queira realmente.”
Mas companhia sempre se encontra. Às vezes até quando não se quer. E elas me incentivam a caminhar, seja por onde for, e seja para onde for. Porque daí eu tenho outras pessoas para mirar, e isso tira a minha mira de mim quando conveniente.
E as companhias me incentivam, mesmo que não tenham vindo comigo, e mesmo que não pretendam me acompanhar até o final. É só porque estão na mesma estrada. E as pessoas não gostam de se sentir sozinhas, pois têm medo de si mesmas, não é o que dizem? Têm medo pois são estranhas a si mesmas, não se conhecem. Assim como eu. Apenas se imaginam. E se tratando de imaginação, podem ser o que quiserem, até perceberem que não ...
No momento não tenho nada que me tire sensações, e nada que me impeça de sentir o que vivo. Também nada que me dê sensações, e nada que me faça sentir o que eu não vivo.
Mas ainda há minha ilusão ... ainda há minha esperança desesperada atrás de boas paisagens.
Sabe?! É difícil colocar tudo dentro da mesma vida. E quantas vidas seriam necessárias para tudo que se precisa, para tudo que se quer e para tudo que sonha?
Eu tento me resumir pra ver se entendo. Tento ser uma só. Eu tento a constância, e tento o estável. Mas cada vez que tento, cada vez que penso, cada vez que aprendo, e cada vez que faço, o que acontece é que surgem mais algumas de mim, e morrem algumas. Daí as estradas começa a se mexer, vejo curvas virando retas e retas virando curvas, mudam os destinos, mudam os sentidos, mudam as placas, e surgem novos caminhos.
E daí por onde vou? Por onde vamos? E aonde estamos afinal?
Eu vou por vários caminhos. Assim só pra conhecer mesmo. Assim só por não saber por onde ir. “Ou por ter medo de ir por onde eu queira realmente.”
Mas companhia sempre se encontra. Às vezes até quando não se quer. E elas me incentivam a caminhar, seja por onde for, e seja para onde for. Porque daí eu tenho outras pessoas para mirar, e isso tira a minha mira de mim quando conveniente.
E as companhias me incentivam, mesmo que não tenham vindo comigo, e mesmo que não pretendam me acompanhar até o final. É só porque estão na mesma estrada. E as pessoas não gostam de se sentir sozinhas, pois têm medo de si mesmas, não é o que dizem? Têm medo pois são estranhas a si mesmas, não se conhecem. Assim como eu. Apenas se imaginam. E se tratando de imaginação, podem ser o que quiserem, até perceberem que não ...
16 de dezembro de 2010
Como que é sentir?
Não sei como começar, porque recentemente estou tendo certos problemas com o meu pensamento. Ele não tem começo nem fim. Quando quero devo me enfiar por qualquer das partes, qualquer dos lados, qualquer dos pontos, por qualquer das oportunidades. Mas assim cada vez que entro nele, a imagem que me vem aos olhos e a emoção é uma diferente! E assim eu posso fazer o planejamento que for da minha vida, que eu sei que dali a pouco tempo eu estarei me sentindo diferente e que vou querer mudar os planos. Mas poxa vida, eu sou tão ligada a esse negócio de querer perceber e viver minha essência da forma mais pura, que não gosto de plano adulterado. Eu quero só o plano A, feito com base direta em toda a emoção que tirei de minha essência naquele momento. E se ele tiver que mudar no percurso, então eu não quero mais, eu tenho medo. Medo de não ser quem sou suposta.
Percebe o erro?
É difícil para mim perceber. O mais óbvio me parece ser o MEDO. E também eu pensar que vou conhecer minha essência assim desta forma. Porém, como é que eu faço um plano com base em emoção?
O que é a emoção, afinal?
Segundo o dicionário:
Emoção: Abalo moral ou afetivo; perturbação, geralmente passageira, provocada por algum fato que afeta o nosso espírito (boa ou má notícia, surpresa, perigo): a homenagem causou-lhe grande emoção.
Repito: Como é que eu faço plano com base em emoção?
Só pode ser um plano de defesa então, já que emoção é um tipo de abalo.
E parece que é isso que eu acabo fazendo mesmo. Por isso o medo de ter que mudar o plano no meio do percurso. O próprio plano já foi feito com base no medo.
Mas e o sentimento, o que é?
Segundo o dicionário:
Sentimento: Ato ou efeito de sentir. / Aptidão para sentir; sensibilidade. / Sensação íntima, afeto: os sentimentos de um pai. / Conhecimento imediato; intuição: tem o sentimento de seu valor. / Dor, mágoa, desgosto. / &151; S.m.pl. Qualidades ou tendências morais: estar animado de bons sentimentos. / Pêsames: aceite meus sentimentos.
Acho que com base em um sentimento você pode sim fazer um planejamento. Mas é sentimento, e não emoção.
Eu acho que acabo confundindo.
É difícil perceber as origens da emoção, e assim logo reconhecê-la. Sem confundí-la com sentimento ou sem transformá-la mesmo em sentimento. Sentimento este que seria de defesa também, já que com base na emoção.
E é ainda mais difícil quando você costuma se enganar. E encontrar outros motivos para aquilo que te impede de avançar, para disfarçar seus medos, não ter de encará-los.
Percebe o erro?
É difícil para mim perceber. O mais óbvio me parece ser o MEDO. E também eu pensar que vou conhecer minha essência assim desta forma. Porém, como é que eu faço um plano com base em emoção?
O que é a emoção, afinal?
Segundo o dicionário:
Emoção: Abalo moral ou afetivo; perturbação, geralmente passageira, provocada por algum fato que afeta o nosso espírito (boa ou má notícia, surpresa, perigo): a homenagem causou-lhe grande emoção.
Repito: Como é que eu faço plano com base em emoção?
Só pode ser um plano de defesa então, já que emoção é um tipo de abalo.
E parece que é isso que eu acabo fazendo mesmo. Por isso o medo de ter que mudar o plano no meio do percurso. O próprio plano já foi feito com base no medo.
Mas e o sentimento, o que é?
Segundo o dicionário:
Sentimento: Ato ou efeito de sentir. / Aptidão para sentir; sensibilidade. / Sensação íntima, afeto: os sentimentos de um pai. / Conhecimento imediato; intuição: tem o sentimento de seu valor. / Dor, mágoa, desgosto. / &151; S.m.pl. Qualidades ou tendências morais: estar animado de bons sentimentos. / Pêsames: aceite meus sentimentos.
Acho que com base em um sentimento você pode sim fazer um planejamento. Mas é sentimento, e não emoção.
Eu acho que acabo confundindo.
É difícil perceber as origens da emoção, e assim logo reconhecê-la. Sem confundí-la com sentimento ou sem transformá-la mesmo em sentimento. Sentimento este que seria de defesa também, já que com base na emoção.
E é ainda mais difícil quando você costuma se enganar. E encontrar outros motivos para aquilo que te impede de avançar, para disfarçar seus medos, não ter de encará-los.
25 de maio de 2010
Medo?
Eu sei que não devia me dar atenção quando estou assim...
E acho que nem dou ...
Pelo menos não parece que fico cuidando dos meus assuntos...
Cuido de alguma outra coisa.
Que não saberia dizer o que é, óbvio ... talvez dessa imagem que faço questão de ter das coisas ... essa assim que não busca realidade mesmo ... nada definido ... só ilusão, sonho, esperança .... como se queira chamar... que guardo bem comigo ...
Mas enfim ... eu até queria ter algo pra dizer ... mas assim eu não tenho ... já que sequer para mim consigo olhar...
E não deve ser vazio ... deve ser alguma outra coisa ...
Que eu não saberia dizer o que é, óbvio ...
E ai que tendência estranha essa ...
Eu assim bloqueada... travada ... com os mesmos medos de me assumir ...
É lamentável ... medo de olhar pra mim ...
Eu não devia mesmo me dar atenção quando estou assim ...
E acho que nem dou ...
Pelo menos não parece que fico cuidando dos meus assuntos...
Cuido de alguma outra coisa.
Que não saberia dizer o que é, óbvio ... talvez dessa imagem que faço questão de ter das coisas ... essa assim que não busca realidade mesmo ... nada definido ... só ilusão, sonho, esperança .... como se queira chamar... que guardo bem comigo ...
Mas enfim ... eu até queria ter algo pra dizer ... mas assim eu não tenho ... já que sequer para mim consigo olhar...
E não deve ser vazio ... deve ser alguma outra coisa ...
Que eu não saberia dizer o que é, óbvio ...
E ai que tendência estranha essa ...
Eu assim bloqueada... travada ... com os mesmos medos de me assumir ...
É lamentável ... medo de olhar pra mim ...
Eu não devia mesmo me dar atenção quando estou assim ...
2 de maio de 2010
De mais um reencontro comigo
Não são só os outros que se reencontram assim comigo. E hoje estou numa dessas situações. Desta vez não fui muito longe, mas me desequilibrei um pouco. Por coisas que humanos vêem a sentir pela parte física e social.
Agora minha melhor companheira é a música, já que o meu amor, por vontade própria, está muto longe de mim. Então é neste caminho que vou. No das coisas que sinto de verdade...
Poucos conseguiriam ver ou sentir qual é. E às vezes vou pelas idéias dos que não me conhecem. Mas me reencontro comigo. E aí me sinto bem, mesmo que triste. E não que seja a situação, pois acho que estou feliz. E me deixo sonhar. Me deixo esquecer de toda desgraça do mundo, me deixo sentir só este amor universal, que está na arte, que está na música, que está na paixão. E só assim posso me levar pra onde quero ir de verdade ...
______________________________
E me deixarei muitas vezes sozinha neste meu mundo simplista, que com qualquer complicação se torna complexo demais. E estarei apenas a sentir a música, que não tem uma vida pra cuidar, tem todas. E verei as coisas girando em torno do amor e do amor ao contrário. Pra deixar tudo isso muito impresso em minha essência, em minha alma, e conseguir um dia nunca esquecer quando estiver diante das pessoas ...
Agora minha melhor companheira é a música, já que o meu amor, por vontade própria, está muto longe de mim. Então é neste caminho que vou. No das coisas que sinto de verdade...
Poucos conseguiriam ver ou sentir qual é. E às vezes vou pelas idéias dos que não me conhecem. Mas me reencontro comigo. E aí me sinto bem, mesmo que triste. E não que seja a situação, pois acho que estou feliz. E me deixo sonhar. Me deixo esquecer de toda desgraça do mundo, me deixo sentir só este amor universal, que está na arte, que está na música, que está na paixão. E só assim posso me levar pra onde quero ir de verdade ...
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E me deixarei muitas vezes sozinha neste meu mundo simplista, que com qualquer complicação se torna complexo demais. E estarei apenas a sentir a música, que não tem uma vida pra cuidar, tem todas. E verei as coisas girando em torno do amor e do amor ao contrário. Pra deixar tudo isso muito impresso em minha essência, em minha alma, e conseguir um dia nunca esquecer quando estiver diante das pessoas ...
11 de abril de 2010
Débito de Despesa
Débito - Textos a Postar (Conta do Passivo Circulante)
Crédito - Ideias a Serem desenvolvidas (Conta do Ativo Circulante)
H: Material referente quitação de Texto a pagar, cf. comprovante.
Comprovante:
Data: 04/04/2010
Agora no fim deste complicado FDS prolongado...
Eu só queria registrar um pouco do que sentia ...
Mas me senti um pouco vazia ...
Não que isso seja triste ... pois no vazio sequer tristeza existe ...
Parece o fim de um sentimento ... um corpo sem regimento ...
Mas agora eu nem consigo ligar. Nem quero ... Que mais o vazio pode proporcionar?
Isto é do que realmente importa pra mim. Pois o resto em especial, caminha sempre a seu fim ...
Mas agora eu nem consigo dar atenção ...
Não estendo a situação, mas fico aguardando a próxima emoção ... A próxima direção ...
_________________________________________
Eu não consigo imaginar o que de tão bom poderia ser para chamar minha atenção agora. Mas já que isto é parte da diversão da descoberta futura ... presente de amanhã ... então tudo bem ... às vezes tudo que precisamos ter é paciência mesmo ...
De qualquer forma ..
Também sei que todo amor que eu possa sentir já atinge este corpo universal de alguma maneira. Isto é que já era suposto a me ser suficiente...
_________________________________________
Crédito - Ideias a Serem desenvolvidas (Conta do Ativo Circulante)
H: Material referente quitação de Texto a pagar, cf. comprovante.
Comprovante:
Data: 04/04/2010
Agora no fim deste complicado FDS prolongado...
Eu só queria registrar um pouco do que sentia ...
Mas me senti um pouco vazia ...
Não que isso seja triste ... pois no vazio sequer tristeza existe ...
Parece o fim de um sentimento ... um corpo sem regimento ...
Mas agora eu nem consigo ligar. Nem quero ... Que mais o vazio pode proporcionar?
Isto é do que realmente importa pra mim. Pois o resto em especial, caminha sempre a seu fim ...
Mas agora eu nem consigo dar atenção ...
Não estendo a situação, mas fico aguardando a próxima emoção ... A próxima direção ...
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Eu não consigo imaginar o que de tão bom poderia ser para chamar minha atenção agora. Mas já que isto é parte da diversão da descoberta futura ... presente de amanhã ... então tudo bem ... às vezes tudo que precisamos ter é paciência mesmo ...
De qualquer forma ..
Também sei que todo amor que eu possa sentir já atinge este corpo universal de alguma maneira. Isto é que já era suposto a me ser suficiente...
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7 de abril de 2010
Lançamento de apropriação de um texto
Data: 04/04/2010
Débito - Gastos mentais com postagens (Conta do grupo de Despesas Operacionais)
Crédito - Textos a postar (Conta do Passivo Circulante)
Débito - Idéias a serem desenvolvidas / praticadas (Conta do Ativo Circulante)
Crédito - Receitas com Idéias (Conta do Grupo de Receitas Operacionais)
H: Apropriação de desenvolvimento de texto referente emoções sentidas e pensamentos tidos no dia 04/04/2010, conforme página de caderno.
Débito - Gastos mentais com postagens (Conta do grupo de Despesas Operacionais)
Crédito - Textos a postar (Conta do Passivo Circulante)
Débito - Idéias a serem desenvolvidas / praticadas (Conta do Ativo Circulante)
Crédito - Receitas com Idéias (Conta do Grupo de Receitas Operacionais)
H: Apropriação de desenvolvimento de texto referente emoções sentidas e pensamentos tidos no dia 04/04/2010, conforme página de caderno.
3 de abril de 2010
Desta manhã
Acordei, ainda era manhã. E chovia ... mais um dia.
Há algum tempo tenho percebido que gosto muito da manhã. Gosto muito deste tipo de tranquilidade que ela proporciona.
Que nem uma canção calma. Com uma levada suave.
Porque o que eu sinto de manhã é diferente do que sinto a noite. Como se a noite fosse azul, como o blues. E a manhã fosse verde. Da esperança, que nos permite sonhar ... imaginar e esperar ...
Há algum tempo tenho percebido que gosto muito da manhã. Gosto muito deste tipo de tranquilidade que ela proporciona.
Que nem uma canção calma. Com uma levada suave.
Porque o que eu sinto de manhã é diferente do que sinto a noite. Como se a noite fosse azul, como o blues. E a manhã fosse verde. Da esperança, que nos permite sonhar ... imaginar e esperar ...
2 de abril de 2010
Do reencontro com a razão
Sei que pode ser difícil, mas gostaria que ninguém risse, por motivo que fosse, ao ler meu pensamento inicial ao que pretendo escrever hoje:
"Eu as vezes acho que sofro demais ..." *-)
rs
E não que isso seja culpa das circunstâncias em que vivo. Sim da minha perspectiva com relação a tudo. Da minha percepção, de como sinto tudo.
Mas também não era disso que queria tratar quando peguei o papel e a caneta para começar escrever...
Eu queria tentar dizer sobre como me sinto. Quase o que sempre tento ...
Hoje passei o dia inteiro em casa, como há tempos não faço. E chove lá fora, parece que pra combinar com o meu estado de espírito.
Em tempos recentes comecei sentir dores de ver o tempo se perder. De ver tudo se perder. Inclusive eu. Talvez principalmente eu.
E resolvi tentar ter disciplina, mas uma disciplina saudável lógico, tem de ser natural. Algo que fizesse eu me sentir mais próxima dos meus desejos reais. Algo quer me fizesse amar mais os caminhos por quais passasse. E digo ser boa experiência se sentir assim. Com vontade de fazer crescer o amor. Aquele universal.
Muitas mudanças me aconteceram quando comecei me sentir assim. Mas quero dizer de hoje ...
Hoje estou sozinha, pois hoje só queria amar, mas sentir paixão ao fazê-lo. E estou longe deste meu já quase incógnito e abstrato objeto. Mas que sei bem como pude assim tanto ...
Daí eu me sinto sem saída. Sem vontade de ir pra lugar nenhum. As vezes sem fôlego até pra fazer o mínimo de que preciso. E penso ser medo de mudar muito, e afastar de vez certos "fantasmas" de minha trajetória. Fantasmas apenas por não me serem mais possíveis, é esta a parte que às vezes me assusta e desespera.
Mas eu ando acabando com isto naturalmente, mesmo com todo medo. Mesmo sem querer. Não sei se significa me amar menos ou me amar mais. Mas sei que me dá tristeza de pensar. Me dá falta de ar.
E penso ser melhor pensar que posso transformar isto em outro tipo de energia que venha me fazer bem ... que venha ser parte dos meus desejos saudáveis, possíveis ...
E assim vou para os próximos dias, dando mais atenção e mais foco ao meu lado racional ... a razão ...
Mas como canta a Simone: "As vezes eu vou deixar a razão pela folia ..." ... "As vezes eu vou deixar a razão por poesia ..." ... eu devo ...
"Eu as vezes acho que sofro demais ..." *-)
rs
E não que isso seja culpa das circunstâncias em que vivo. Sim da minha perspectiva com relação a tudo. Da minha percepção, de como sinto tudo.
Mas também não era disso que queria tratar quando peguei o papel e a caneta para começar escrever...
Eu queria tentar dizer sobre como me sinto. Quase o que sempre tento ...
Hoje passei o dia inteiro em casa, como há tempos não faço. E chove lá fora, parece que pra combinar com o meu estado de espírito.
Em tempos recentes comecei sentir dores de ver o tempo se perder. De ver tudo se perder. Inclusive eu. Talvez principalmente eu.
E resolvi tentar ter disciplina, mas uma disciplina saudável lógico, tem de ser natural. Algo que fizesse eu me sentir mais próxima dos meus desejos reais. Algo quer me fizesse amar mais os caminhos por quais passasse. E digo ser boa experiência se sentir assim. Com vontade de fazer crescer o amor. Aquele universal.
Muitas mudanças me aconteceram quando comecei me sentir assim. Mas quero dizer de hoje ...
Hoje estou sozinha, pois hoje só queria amar, mas sentir paixão ao fazê-lo. E estou longe deste meu já quase incógnito e abstrato objeto. Mas que sei bem como pude assim tanto ...
Daí eu me sinto sem saída. Sem vontade de ir pra lugar nenhum. As vezes sem fôlego até pra fazer o mínimo de que preciso. E penso ser medo de mudar muito, e afastar de vez certos "fantasmas" de minha trajetória. Fantasmas apenas por não me serem mais possíveis, é esta a parte que às vezes me assusta e desespera.
Mas eu ando acabando com isto naturalmente, mesmo com todo medo. Mesmo sem querer. Não sei se significa me amar menos ou me amar mais. Mas sei que me dá tristeza de pensar. Me dá falta de ar.
E penso ser melhor pensar que posso transformar isto em outro tipo de energia que venha me fazer bem ... que venha ser parte dos meus desejos saudáveis, possíveis ...
E assim vou para os próximos dias, dando mais atenção e mais foco ao meu lado racional ... a razão ...
Mas como canta a Simone: "As vezes eu vou deixar a razão pela folia ..." ... "As vezes eu vou deixar a razão por poesia ..." ... eu devo ...
10 de março de 2010
Pois hoje eu não me sinto nada bem...
Não sinto vontade de ir, mas também não consigo relaxar pra ficar....
E sequer sei o quê ou quem suposto a me fazer bem todas as noites eu poderia citar...
Pois hoje doem demais os meus pés no chão ...
E até devia entender que só eu consigo fazer algo por mim... mas de que adianta se nem isso quis fazer até então ...
Eu juro que já nem sei ... eu juro que é estranho ...
Juro que não posso se for assim ...
Mas eu sinto que é ....
E só porque não consegui fazer nada melhor eu tenho que seguir também ...
...
Não sinto vontade de ir, mas também não consigo relaxar pra ficar....
E sequer sei o quê ou quem suposto a me fazer bem todas as noites eu poderia citar...
Pois hoje doem demais os meus pés no chão ...
E até devia entender que só eu consigo fazer algo por mim... mas de que adianta se nem isso quis fazer até então ...
Eu juro que já nem sei ... eu juro que é estranho ...
Juro que não posso se for assim ...
Mas eu sinto que é ....
E só porque não consegui fazer nada melhor eu tenho que seguir também ...
...
1 de março de 2010
... e hoje ...
Há alguns dias resolvi registrar algo do que se passava por essa minha mente instável e duvidável, tanto pros outros quanto pra mim. Resolvi registrar por estar passando por uma fase diferente, como todas são, e sentindo coisas que há tempos não sinto. Ou que talvez nunca tenha sentido, considerando que por mais que sintamos o mesmo sentimento, ele não será o mesmo, pois nós já estamos diferentes.
Pois o que sinto não tem a ver com ninguém, senão eu. Sempre é assim.
E coisa que posso dizer de mim é que talvez eu tenha nascido muito sensível mesmo. Acho que todos nascem, porque o ser humano é sim muito fraco. Isso porque sente. E o que ele têm de mais forte em si, é o pensamento, que direciona e emana a sua energia.
É com isso que, com a dor que se vai sentindo a cada centímetro que se conhece da mente humana, se vai construindo um espectro.
Eu já sei que viver dói e que sempre vai doer. Temos momentos de alívios apenas. E como dizem, a felicidade é só um momento. O ser humano sobrevive apenas, e o que ele constrói o destrói.
O que faço agora ... ao estar comigo, e tentar cuidar de mim, mesmo que só tenha a ver comigo, pois devo me enxergar e estar de frente com o que posso fazer, eu poderia jurar que não faço por mim. Pois já disse que não ligo muito a me prender ao real assim. E que pensar pra mim tem dois lados: o negativo, onde se percebe como tudo é tão injusto... e o positivo ... que é a liberdade de pensar o que se quer, imaginar, criar ... e com isso sentir até onde puder.
Ninguém controla o que penso. E ninguém sabe o que posso sentir com isso ... o que posso perceber com isso. E se você vier me dizer que tô vivendo uma ilusão ... eu lhe digo: E daí??? Sempre achei a esperança bem melhor que a decepção mesmo ... e poderia viver só de esperar ... já que o fim nunca chega e o que se espera , sendo ilusão ou não, nunca é aquilo realmente ....
Agora se você me mostrar quem eu amo ... e se quem eu amo estiver a sofrer por mim ... acho que meus pés não sairiam do chão.
Acontece que, sendo eu alguém sensível assim, e alguém que quando foi a sentir dor preferiu se anestesiar, digamos que não pude criar calos ... e que a cada dia que passo a me anestesiar ... mais difícil se torna encarar as coisas, as situações, as pessoas.
Antes se anestesiar a criar ódio. Mas quando senti dor, percebi a força do amor. Porque o amor é forte pra isso. Porque viver dói. Então eu amo ... amo como posso. E só por isso deixo de viver a perfeição que poderia viver ao imaginar o que não fosse real ....
É insuportável ir para um lugar onde os que te amam imaginam inferno.
É insuportável que não compreendam .... é insuportável que sofram ...
E eu não poderia ir ...
Então faço como posso ... mostro até onde posso ... e fico por aqui ... fico por amor ... sofro por amor ... vivo por amor ... amo por amor .... e de ponte em ponte sinto essa tal de felicidade, na real...
...
Pois o que sinto não tem a ver com ninguém, senão eu. Sempre é assim.
E coisa que posso dizer de mim é que talvez eu tenha nascido muito sensível mesmo. Acho que todos nascem, porque o ser humano é sim muito fraco. Isso porque sente. E o que ele têm de mais forte em si, é o pensamento, que direciona e emana a sua energia.
É com isso que, com a dor que se vai sentindo a cada centímetro que se conhece da mente humana, se vai construindo um espectro.
Eu já sei que viver dói e que sempre vai doer. Temos momentos de alívios apenas. E como dizem, a felicidade é só um momento. O ser humano sobrevive apenas, e o que ele constrói o destrói.
O que faço agora ... ao estar comigo, e tentar cuidar de mim, mesmo que só tenha a ver comigo, pois devo me enxergar e estar de frente com o que posso fazer, eu poderia jurar que não faço por mim. Pois já disse que não ligo muito a me prender ao real assim. E que pensar pra mim tem dois lados: o negativo, onde se percebe como tudo é tão injusto... e o positivo ... que é a liberdade de pensar o que se quer, imaginar, criar ... e com isso sentir até onde puder.
Ninguém controla o que penso. E ninguém sabe o que posso sentir com isso ... o que posso perceber com isso. E se você vier me dizer que tô vivendo uma ilusão ... eu lhe digo: E daí??? Sempre achei a esperança bem melhor que a decepção mesmo ... e poderia viver só de esperar ... já que o fim nunca chega e o que se espera , sendo ilusão ou não, nunca é aquilo realmente ....
Agora se você me mostrar quem eu amo ... e se quem eu amo estiver a sofrer por mim ... acho que meus pés não sairiam do chão.
Acontece que, sendo eu alguém sensível assim, e alguém que quando foi a sentir dor preferiu se anestesiar, digamos que não pude criar calos ... e que a cada dia que passo a me anestesiar ... mais difícil se torna encarar as coisas, as situações, as pessoas.
Antes se anestesiar a criar ódio. Mas quando senti dor, percebi a força do amor. Porque o amor é forte pra isso. Porque viver dói. Então eu amo ... amo como posso. E só por isso deixo de viver a perfeição que poderia viver ao imaginar o que não fosse real ....
É insuportável ir para um lugar onde os que te amam imaginam inferno.
É insuportável que não compreendam .... é insuportável que sofram ...
E eu não poderia ir ...
Então faço como posso ... mostro até onde posso ... e fico por aqui ... fico por amor ... sofro por amor ... vivo por amor ... amo por amor .... e de ponte em ponte sinto essa tal de felicidade, na real...
...
26 de janeiro de 2010
Apenas registros
Pois agora reservo o momento para registrar pouco das coisas que passam pela minha cabeça e do que sinto ... ou imagino que sintam ... ou me inspiram a sentir ... enfim ...
ha, rs
..
Hoje eu vi o sol nascer e se por ...
E hoje eu só quis me sentir bem ...
Hoje só quis ser boa ...
...
E sentir que mesmo quando ninguém pareça merecer a minha felicidade de verdade ... quero que me vejam feliz ... certamente merecem ... se isso implica lhe sentirem felizes também ... e sempre implica ... sinergicamente, onde haja amor ... qualquer tipo de amor ...
....
E que só mesmo antes de morrer é que podemos sentir a vida ...
...
Isso me inspira ...
Ter coragem de parecer espécie de palhaço quando tantas maldades e crueldades criadas pela ignorância dos seres humanos atingme o tempo todo aos próprios serem humanos, inclusive você ...
Que ao se mostrar despreso e contente ... feliz diante daquilo que se parece o fim .... acaba por vezes sendo tido como louco ... ou só alguém com razões incompreendidas, se preferir ...
Mas é aí que está a arte!
É reverter a direção do sentir bem ... despreso ... imune ...
Deve ser profundo ... pra atravessar essas barreiras exteriores que por vezes acabam nos fazendo sentir revoltados ... do tipo que quer que todos percebam, e pra isso tentam impressionar com o fim causado, forçado ... com a destruição ...
...
Mas hoje eu não me importo ... e só quis me sentir bem .... só quis sentir ...
E se quer saber , quase sinto muito ...
Mas me sinto bem então!
E posso sentir a força do que acredito ...
Posso sentir o que faz o amor ...
ha, rs
..
Hoje eu vi o sol nascer e se por ...
E hoje eu só quis me sentir bem ...
Hoje só quis ser boa ...
...
E sentir que mesmo quando ninguém pareça merecer a minha felicidade de verdade ... quero que me vejam feliz ... certamente merecem ... se isso implica lhe sentirem felizes também ... e sempre implica ... sinergicamente, onde haja amor ... qualquer tipo de amor ...
....
E que só mesmo antes de morrer é que podemos sentir a vida ...
...
Isso me inspira ...
Ter coragem de parecer espécie de palhaço quando tantas maldades e crueldades criadas pela ignorância dos seres humanos atingme o tempo todo aos próprios serem humanos, inclusive você ...
Que ao se mostrar despreso e contente ... feliz diante daquilo que se parece o fim .... acaba por vezes sendo tido como louco ... ou só alguém com razões incompreendidas, se preferir ...
Mas é aí que está a arte!
É reverter a direção do sentir bem ... despreso ... imune ...
Deve ser profundo ... pra atravessar essas barreiras exteriores que por vezes acabam nos fazendo sentir revoltados ... do tipo que quer que todos percebam, e pra isso tentam impressionar com o fim causado, forçado ... com a destruição ...
...
Mas hoje eu não me importo ... e só quis me sentir bem .... só quis sentir ...
E se quer saber , quase sinto muito ...
Mas me sinto bem então!
E posso sentir a força do que acredito ...
Posso sentir o que faz o amor ...
24 de janeiro de 2010
Mais um hoje ...
E não sei se hoje eu estaria suposta a conseguir pensar alguma coisa ...
Mas pra todo caso sempre se tem o puro sentir, não é mesmo?
É com isso que eu prefiro ficar ...
Eu sempre preferiria ....
Mas pra todo caso sempre se tem o puro sentir, não é mesmo?
É com isso que eu prefiro ficar ...
Eu sempre preferiria ....
3 de janeiro de 2010
Não não ...
Na verdade eu tenho muito a dizer! Todos tem ...
Uns sentem mais necessidade talvez ...
Enfim ... acontece que quero dizer muito ... mas o que quero dizer não está suposto a estar apenas aqui nestas palavras ...
Eu digo muito pouco ... isso as vezes me consome!
E pra certos assuntos nem sei como colocar as palavras assim de uma forma concreta.
E eu to cansada ... sim ...
Por isso agora eu não quero dizer assim desta maneira ...
Ha, rs ...
Uns sentem mais necessidade talvez ...
Enfim ... acontece que quero dizer muito ... mas o que quero dizer não está suposto a estar apenas aqui nestas palavras ...
Eu digo muito pouco ... isso as vezes me consome!
E pra certos assuntos nem sei como colocar as palavras assim de uma forma concreta.
E eu to cansada ... sim ...
Por isso agora eu não quero dizer assim desta maneira ...
Ha, rs ...
Dizer o quê?
Pois é ... agora é agora ... já está aqui ... e eu não queria vir aqui fazer promessas ... eu que não quero me enganar assim tantas vezes...
Na verdade não há nada que queira dizer!
Exatamente assim. Apenas estou aqui.
E enquanto estou aqui ...
Além de estar aqui ... espero. Mas sem tentar esperar ... sem me contentar com o futuro.
Pois eu quero ...
Mas tem certas coisas que não sei mesmo dizer ...
Eu tento ...
e continuo ... porque amo ...
E acredito .... assim mesmo sem poder ver as vezes...
Mas certas coisas nunca são, nunca serão ditas...
Talvez ...
Na verdade não há nada que queira dizer!
Exatamente assim. Apenas estou aqui.
E enquanto estou aqui ...
Além de estar aqui ... espero. Mas sem tentar esperar ... sem me contentar com o futuro.
Pois eu quero ...
Mas tem certas coisas que não sei mesmo dizer ...
Eu tento ...
e continuo ... porque amo ...
E acredito .... assim mesmo sem poder ver as vezes...
Mas certas coisas nunca são, nunca serão ditas...
Talvez ...
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