16 de janeiro de 2011

Mais um tanto de amor!

Todas as minhas coisas estão no chão e de forma desorganizada. Eu posso ver todas, mas ainda não sei como organizá-las. E é mais ou menos assim que andam os meus ideais. É ruim que estejam desorganizados, mas ao menos posso vê-los, não estão engavetados e nem escondidos. Estão ao meu alcance de olhos e mãos para que eu possa fazer algo por eles.

As coisas vistas todas juntas parecem demasiadamente complexas, devido às infinitas relações existentes entre elas. Mas se você olha uma a uma, com simplicidade, verá a verdade de cada uma. E logo começará entender das suas relações. Talvez também perceba que a verdade está contida em tudo, a mesma verdade.

Hoje senti medo sem pensar em fugir... porque o amor que sinto é cada vez maior, e na mesma proporção se mostra compensador.

E é engraçado como a melhor maneira de amar as pessoas é amando a si próprio. Porque o amor que você sente pelos outros está dentro de você. Se você não se ama, não ama o amor que sente, e assim ele não é emanado.

12 de janeiro de 2011

Declaração de Amor

Eu percebi que a rotina de escrever, essa "conversa constante comigo", tem feito com que eu não me distancie muito.

Hoje, nos momentos em que me senti sem ânimo mental, e sem toda inspiração que costumo ter para certas coisas, eu quis recorrer a essas coisas que nos alteram. Essas coisas que nos fazem perder a vergonha de nós mesmos, já não nos deixam nos ver direito.

Eu quis, mas percebi que estava me enganando. Porque não poderia ser dali que viria minha inspiração. Eu quero MINHA inspiração, e não quero mais ter vergonha de mim. Mas se for preciso eu a sinto.

Quando pensei na Talita sem noção, lembrei da Talita triste, sem saber o que fazer, E eu, agora, quero muito ajudá-la. Sem saber para onde estava indo, ela me acompanhou fielmente até hoje. Não posso deixá-la sofrer por medo.

Também pude perceber que é da MINHA ajuda que ela precisa. Por isso esteve me seguindo sem desistir, sempre me lembrando de como ela se sentia sozinha ... e era quando mais mal eu me sentia.

E quantas vezes quis soluções de outros que nem me queriam bem, com ela ali do meu lado?!

Hoje posso sentir esse amor ... E consigo ter forças por ele!


Eu ainda me "tenho",eu ainda me amo, e isso é maravilhoso. Não quero mais me deixar mal, o que preciso é de bom astral. Porque eu acredito em mim, acredito no que acredito, e quero banhar o mundo com isto. Então eu vou ter coragem, coragem de ser quem sou, e de estar ao meu lado, porque eu preciso do meu amor.

Além do cansaço ...

É difícil se sentir feliz quando se está cansado, mas devemos insistir ...

O amor, a felicidade, a vida. Qualquer quantidade desses três já vale ... vale passar por este mundo complicado.

E eu sinto que minha vida, até agora, já valeu muito, incrível. E quanto mais vivi, mais percebi que é o amor a parte de Deus que podemos sentir por aqui ... claramente!

7 de janeiro de 2011

Separando as coisas ...

Hoje estive pensando sobre "separar as coisas".

"Separar as coisas" é uma tarefa realmente difícil de executar. Sempre nos embaraçamos.

Isso porque as coisas não SÃO e nem ESTÃO separadas. Elas estão todas relacionadas.

Separar portanto é ignorar, fechar os olhos e desconsiderar algumas dessas ligações, para que se possa focar melhor em outras delas. as mais importantes para nós, normalmente.

E em todas nossas atitudes racionais, nós costumamos querer fazer essa "separação das coisas", o que pode nos fazer percerber que o nosso racional sempre está incumbido de uma intenção. E esta última é quem dirá quais ligações devem ser priorizadas.

Somos inerentes ao nosso pensamento, logo ao nosso racional, e logo às nossas intenções. E essas podem ser conscientes ou inconscientes, medidas ou inconseqüentes.

Isto me fez questionar se o "separar as coisas", associado a racionalidade, é fatídicamente sábio, como costuma ser tratado.

6 de janeiro de 2011

De 06-01-2011

Hoje nem havia pensado sobre escrever. Primeiro porque não tive momentos propícios. E segundo porque quando estamos tranquilos costumamos não querer ou não precisar dizer muito. E é assim ou quase assim que eu me sinto.

As vezes tenho receio, talvez até medo, de diminuir tudo que sinto tentando colocar em palavras. Mas também é verdade que alguma via há de haver.

Tem outras coisas que que parecem aumentar quando traduzidas em palavras. E estas são fáceis. Ou não. Porque podem ser pequenas apenas porque queremos que sejam assim. E daí as palavras a dão evidência maior que a ideal.

Mas, de qualquer forma, os sentimentos nunca caberão apenas em palavras. E hoje eu poderia diminuir muito o que sinto. Então me observe não dizer nada ...


rs


Ou melhor ...

Eu queria dizer que me sinto bem.
Me sinto tranquila. E isto parece coisa da tal sublimação de energia. Do amor.

Ando tendo bastante liberdade para conseguir me apoiar mais em mim. E mesmo que seja ilusão. Me faz sentir bem por agora.

3 de janeiro de 2011

De 01/01/2011 - O amor e a peça!

Para prosseguir com a minha leitura, eu tive que pensar um pouco sobre o amor. Incrível...

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Amor, energia, a vida, os acontecimentos... É inexplicável ainda as formas como essas coisas andam se conectando em minha mente.

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Sempre que estou me direcionando a algo, uma imagem qualquer é formada em meu tempo e espaço mental, e conforme aprimoro aquilo, a imagem vai ficando mais nítida, com mais detalhes. E eu sei que de forma ou de outra a verdade está impressa ali. E que eu estou sempre prestes a desvendá-la.

Até quando chega na etapa definitiva, e eu percebo que falta algo. Ao menos sinto que falta algo. E é aquela “peça”...

Aquela que não está acessível. E que sempre faltará para completar as frases, as imagens, os quebra-cabeças...

Mas mesmo assim, eu admiro o quanto posso aquela figura incompleta. Às vezes agradecendo inconscientemente pelo fato dela estar assim, truncada. E eu agradeço pelo quase fim...

...

E então eu me entedio, reclamo por não poder sair dali enquanto olho, vejo, admiro e cuido daquela imagem que apurei. Mas ainda insatisfeita fico... Porque acho um desperdício esquecer-me daquele meu tempo de avanço...

Até me lembrar de novo, mais uma vez, que se eu quiser me mexer, é claro que terei de desfigurar a imagem... O que também só é possível porque sempre faltou uma peça. (Senão tudo teria sido definido, lacrado)

Daí posso usar meu tempo, espaço e liberdade para ir para qualquer direção novamente.
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E essa peça, ou a falta dela, que é o que por vezes me desespera... Também é o que me dá esperança...

Seu espaço é preenchido de forma imaginária pelo que se escolhe. E é o que me livra do fim, do completo. É o que permite ainda as coisas se movimentarem.

E me parece que no mundo, me deixaram o amor em troca da falta que aparenta fazer a capacidade de palpabilidade dessa tal peça...