Hoje estive pensando sobre "separar as coisas".
"Separar as coisas" é uma tarefa realmente difícil de executar. Sempre nos embaraçamos.
Isso porque as coisas não SÃO e nem ESTÃO separadas. Elas estão todas relacionadas.
Separar portanto é ignorar, fechar os olhos e desconsiderar algumas dessas ligações, para que se possa focar melhor em outras delas. as mais importantes para nós, normalmente.
E em todas nossas atitudes racionais, nós costumamos querer fazer essa "separação das coisas", o que pode nos fazer percerber que o nosso racional sempre está incumbido de uma intenção. E esta última é quem dirá quais ligações devem ser priorizadas.
Somos inerentes ao nosso pensamento, logo ao nosso racional, e logo às nossas intenções. E essas podem ser conscientes ou inconscientes, medidas ou inconseqüentes.
Isto me fez questionar se o "separar as coisas", associado a racionalidade, é fatídicamente sábio, como costuma ser tratado.
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